Vol. 36 n. 59 - 1984


SUMÁRIO / SUMMARY

Catálogo de nervação e epiderme foliar das Polygalaceae do Brasil-I. Gênero Polygala L. seção Polygala, subseção Apterocarpae Chod., série Timoutoideae
José Fernando A. Baumgratz & Maria do Carmo M. Marques

Plantas vasculares dos morros da Urca, Pão de Açúcar e Cara de Cão
Jorge Pedro Pereira Carauta & Rogério Ribeiro de Oliveira

Estrutura das madeiras brasileiras de Dicotiledôneas – XXVI. Euphorbiaceae
Paulo Agostinho de Matos Araujo & Armando de Mattos Filho

O gênero Styrax L. (Styracaceae) do Estado do Rio de Janeiro. Nervação e epiderme foliares
Antonia Rangel Bastos & Nilda Marquete Ferreira da Silva

Piperaceae do Município do Rio de Janeiro – II. Peperomia Ruiz et Pavon
Carmen Lúcia Falcão Ichaso & Elsie Franklin Guimarães

Aspectos históricos dos recursos genéticos de plantas medicinais
Maria Joaquina Pinheiro Pires

Plumeria rubra L. var. Alba – Apocynaceae. Anatomia foliar
Rosângela Ramos de Araújo, Angela Maria da Silva e Silva & Fátima Sérgio Gil

Rubiáceas ornamentais nativas do Distrito Federal
Benedito Alísio da S. Pereira

Quatro novas espécies do Gênero Jacaranda Jussieu (Bignoniaceae)
Italo de Vattimo

Contribuição ao conhecimento da distribuição geográfica das Lauraceae-IX
Ida de Vattimo-Gil

Combretaceae do Estado do Rio de Janeiro. Subtribo Terminaliinae
Nilda Marquete Ferreira da Silva

Plantas do Brasil – Angiospermas do Estado do Mato Grosso-I
Germano Guarim Neto

 

 

 


Catálogo de nervação e epiderme foliar das Polygalaceae do Brasil-I. Gênero Polygala L. seção Polygala, subseção Apterocarpae Chod., série Timoutoideae

José Fernando A. Baumgratz
Maria do Carmo M. Marques

RESUMO

No presente trabalho os autores apresentam o estudo do padrão de nervação e epidermes foliares das espécies da série Timoutoideae Chod. (Polygala L.) do brasil


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Plantas vasculares dos morros da Urca, Pão de Açúcar e Cara de Cão

Jorge Pedro Pereira Carauta
Rogério Ribeiro de Oliveira

RESUMO

Apresenta-se uma lista original de plantas vasculares para uso de botânicos e conservacionistas no Rio de Janeiro. São incluídas 90 famílias e 198 espécies, representadas por 104 ervas, 14 samambaias, 46 arbustos e 34 árvores. A lista foi preparada tendo por base determinações taxonômicas de material do Herbarium A. Castellanos (GUA) e Jardim Botânico (RB). As famílias com maior número de espécies são: Polypodiaceae (s.l.), Moraceae (s.l.), Leguminosae, Euphorbiaceae, Melastomataceae, Rubiaceae, Compositae, Bromeliaceae, Gramineae, Araceae e Orchidaceae.


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Estrutura das madeiras brasileiras de Dicotiledôneas – XXVI. Euphorbiaceae

Paulo Agostinho de Matos Araujo
Armando de Mattos Filho

RESUMO

Os autores descrevem detalhadamente a anatomia comparada de seis espécies de euforbiáceas e resumem as suas propriedades gerais, aplicações e ocorrência no Brasil, objetivando a organização de chaves dicotômicas para identificação e/ou determinação dos gêneros ou espécies indígenas, produtoras de madeiras ou outros produtos florestais.


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O gênero Styrax L. (Styracaceae) do Estado do Rio de Janeiro. Nervação e epiderme foliares

Antonia Rangel Bastos
Nilda Marquete Ferreira da Silva

RESUMO

O presente trabalho trata dos caracteres epidérmicos e da nervação foliar das espécies de Styrax L. (Styracaceae), ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro.


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Piperaceae do Município do Rio de Janeiro – II. Peperomia Ruiz et Pavon

Carmen Lúcia Falcão Ichaso
Elsie Franklin Guimarães

RESUMO

No presente trabalho as autoras apresentam diagnoses de 24 espécies de Peperomia Ruiz et Pav. levantadas para o Município do Rio de Janeiro, através do exame do material depositado nos herbários consultados e da bibliografia existente. Fornecem uma chave para diferenciá-las e desenhos dos frutos, feitos com auxílio de câmara clara.


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Aspectos históricos dos recursos genéticos de plantas medicinais

Maria Joaquina Pinheiro Pires

RESUMO

O trabalho consiste em uma revisão de alguns aspectos históricos da botânica, bem como na avaliação da viabilidade econômica das plantas medicinais, que justificam seu enquadramento no sistema de conservação de recursos genéticos. O Centro Nacional de recursos genéticos – Cenargen, da Embrapa iniciou em 1983 um nova linha de pesquisa de plantas medicinais, através do estabelecimento de um Banco Ativo de Germoplasma, onde representantes de espécies prioritárias que foram, podem ou poderão ser, utilizadas como objetivo de pesquisas mais avançadas, serão mantidas, estudadas e documentadas.


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Plumeria rubra L. var. Alba – Apocynaceae. Anatomia foliar

Rosângela Ramos de Araújo
Angela Maria da Silva e Silva
Fátima Sérgio Gil

RESUMO

Focaliza-se neste trabalho, a anatomia foliar de Plumeria rubra L. var. alba. Observou-se no pecíolo e na lâmina foliar a presença de feixes vasculares bicolaterais e de canais laticíferaos, característicos da família. A lâmina foliar tem estrutura dorsiventral, anfiestomática, tendo-se detectado a ocorrência de estômatos anomocíticos e paracíticos e de pêlos simples, unicelulares, sendo que estes ocorrem somente sobre as nervuras ao nível da epiderme adaxial.


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Rubiáceas ornamentais nativas do Distrito Federal

Benedito Alísio da S. Pereira

RESUMO

No presente trabalho, o autor pretende divulgar algumas espécies da família das Rubiáceas nativas do Distrito Federal, as quais podem ser introduzidas em parques e jardins pelo seu valor ornamental.


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Quatro novas espécies do Gênero Jacaranda Jussieu (Bignoniaceae)

Italo de Vattimo

RESUMO

O autor encontrou quatro novas espécies de Jacaranda Jussieu (Bignoniaceae), as quais denominou de: Jacaranda duckei It. Vattimo n.sp. em homenagem a Adolpho Ducke, um dos maiores botânicos brasileiros, Jacaranda bahiensis It. Vattimo n.sp. e Jacaranda alagoensis It. Vattimo n.sp., em homenagem aos estados onde fora encontradas e Jacaranda purpurea It. Vattimo n.sp., pelas vistosas flores púrpuras que possui. O estudo destas quatro espécies foi realizado em material muito escasso e incompleto, o que dificultou redigir diagnoses mais detalhadas, entretanto, logo que o autor consiga outras exsicatas, que possibilitem uma melhor descrição, publicará um trabalho complementar. No estudo da espécie Jacaranda alagoensis não foi possível verificar-se a seção a que ela pertencia, pela falta da flor no material, pelo que, o autor a coloca temporariamente como species incertae sedis, até que consiga outras exsicatas, que possibilitem dirimir essa dúvida.


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Contribuição ao conhecimento da distribuição geográfica das Lauraceae-IX

Italo de Vattimo

RESUMO

Este artigo versa sobre a distribuição geográfica das Lauraceae, além de outras informações, tais como: habitus, habitat, fenologia, nomes vulgares e uso das espécies tratadas. Foram identificadas ou revisadas exsicatas das seguintes espécies de Ocotea Aubl.: O. aciphylla (Nees et Mart. ex Nees) Mez, O. acutangula (Miq.) Mez, O. acutifolia (Nees) Mez, O. angustifolia (Schott in Sprg.) Mez, O. basicordatifolia Vattimo, O. baturitensis Vattimo, O. beyrichii (Nees) Mez, O. blanchetii (Meissn.) Mez, O. brachybotrya (Meissn.) Mez, O. bracteosa (Meissn.) Mez, O. catharinenses Mez, O. cernua (Nees) Mez, O. commutata (Nees) Nees ap. Meissn., O. complicata (Meissn.) Mez, O. cordata (Meissn.) Mez, O. corymbosa (Meissn.) Mez, O. crassifolia (Nees) Mez, O. cuneifolia (R. et P.) Mez, O. cuprea (Meissn.) Mez, O. daphnifolia (Meissn.) Mez, O. declinata (Meissn.) Mez, O. densiflora (Meissn.) Mez, O. diospyrifolia (Meissn.) Mez, O. discolor (Meissn.) Mez, O. dispersa (Nees) Mez, O. divaricata (Nees) Mez, O. effusa Hemsley, O. eggersiana Mez, O. eichleri Mez, O. elegans Mez.


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Combretaceae do Estado do Rio de Janeiro. Subtribo Terminaliinae

Nilda Marquete Ferreira da Silva

RESUMO

O presente trabalho trata do estudo taxonômico das espécies da família Combretaceae, ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro. Iniciou-se este levantamento pela subtribo Terminaliinae e a escolha deve-se ao fato de a mesma ser pouco estudada, principalmente no que se refere às espécies ocorrentes nessa área que, no momento, desperta o nosso interesse. Consta o trabalho de chaves analíticas, descrições e ilustrações dos gêneros e espécies, visando facilitar a identificação e acrescentar um maior conhecimento taxonômico. Segundo Exell e Stace (1966) a subtribo Terminaliinae pertence à subfamília Combretoideae, tribo Combreteae, compreendendo os seguintes gêneros: Buchenavia, Bucida, Conocarpus, Anogeissus, Finetia, Terminalia, Ramatuella e Terminaliopsis. No Estado do Rio de Janeiro esta subtribo está representada pelos gêneros: Buchenavia, Conocarpus e Terminalia.


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Plantas do Brasil – Angiospermas do Estado do Mato Grosso-I

Germano Guarim Neto

RESUMO

Com o presente trabalho o autor apresenta uma contribuição para o conhecimento da flora mato-grossense, compilando 43 famílias de angiospermas, sendo 39 de dicotiledôneas e quatro de monocotiledôneas, num total de 186 espécies, que ocorrem nos mais variados habitats, tendo em vista a própria diversificação fitogeográfica do estado, atualmente circunscrito a três grandes ecossistemas – o cerrado (com suas variações), o pantanal e a floresta tropical úmida, propriamente dita, onde ocorrem as árvores magnas.


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