Vol. 37 n. 62 - 1985


SUMÁRIO / SUMMARY

Lista preliminar das angiospermas ocorrentes no Raso da Catarina e arredores, Bahia.
Rejan R. Guedes

O gênero Chloris Swartz (Gramineae) no Rio Grande do Sul
Silas Costa Pereira & Ismar Leal Barreto

Revisão taxonômica do gênero Coutoubea Aublet (Gentianaceae)
Elsie Franklin Guimarães & Vera Lúcia Gomes Klein

Contribuição ao estudo dos mixomicetos do Estado do Rio de Janeiro
Katia Ferreira Rodrigues

O gênero Lentinus Fr. (Tricholomataceae) no Estado do Rio de Janeiro
Fátima Maria Amaral Barbosa

Morfologia dos frutos e sementes dos gêneros da tribo Mimoseae (Leguminosae - Mimosoideae) aplicada à sistemática
Marli Pires Morim de Lima

Paullinia carpopodea Camb. (Sapindaceae). Anatomia foliar.
C. L. de Almeida Ferraz & C. Gonçalves Costa

Estrutura das madeiras brasileiras de dicotiledôneas (XXVII). Humiriaceae
Paulo Agostinho de Matos Araújo & Armando de Mattos Filho

 

 


Lista preliminar das angiospermas ocorrentes no Raso da Catarina e arredores, Bahia.

Rejan R. Guedes

RESUMO

É fornecida uma listagem de espécies ocorrentes na região do médio rio Vaza-Barris, Bahia, acompanhada de notas sobre a floração, frutificação e denominação popular de cada planta.


Obtenha o PDF deste artigo

 


O gênero Chloris Swartz (Gramineae) no Rio Grande do Sul

Silas Costa Pereira
Ismar Leal Barreto

RESUMO

Foram constatadas e estudadas 11 espécies do gênero Chloris no Rio Grande do Sul - Brasil, sendo seis pertencentes à seção Chloris e cinco à seção Eustachys. Apenas uma das entidades (Ch. gayana) é exótica, sendo cultivada como forrageira. Três espécies resultaram inéditas para a bibliografia Sulriograndense e outras quatro, anteriormente citadas para o Estado não foram confirmadas. Foram elaboradas chaves analíticas para identificação do gênero Chloris e para a separação de suas espécies, confirmadas e consideradas prováveis para o Estado. Foram fornecidas descrições ilustradas das espécies constatadas, complementadas com sinonímias, notas críticas, distribuição geográfica e observações ecológicas e agronômicas.


Obtenha o PDF deste artigo

 


Revisão taxonômica do gênero Coutoubea Aublet (Gentianaceae)

Elsie Franklin Guimarães
Vera Lúcia Gomes Klein

RESUMO

Neste trabalho, é feita a discussão taxonômica do gênero Coutoubea Aubl. ocorrente na faixa neotropical. São mencionadas 5 espécies e duas variedades para as quais foi elaborada uma chave dicotômica. Além das descrições e ilustrações salientam-se após as diagnoses a distribuição geográfica e considerações sobre os binômios estudados. A maioria das espécies é conhecida pelos nomes vulgares de "Arabú", "Papai Nicolau", "Diambarana", "Beracuare", Raiz Amargosa", "Gentiana do Brasil", "Boca de Sapo", "Erva-de-Bicho", "Aflinetes", e "Fel-da-terra". C. reflexa Benth., da Guiana Britânica e C. minor H. B. K., da Venezuela, tem a sua ocorrência registrada pela primeira vez para o Brasil.

Obtenha o PDF deste artigo

 


Contribuição ao estudo dos mixomicetos do Estado do Rio de Janeiro

Katia Ferreira Rodrigues

RESUMO

O autor relaciona os exemplares de mixomicetos existentes no Herbário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, tendo-se adotado a norma de reclassificá-los. É apresentada uma breve descrição das espécies estudadas e suas sinonímias.


Obtenha o PDF deste artigo

 


O gênero Lentinus Fr. (Tricholomataceae) no Estado do Rio de Janeiro

Fátima Maria Amaral Barbosa

RESUMO

Lentinus crinitus (L. ex Fr.) Fr., Lentinus velutinus Fr., Lentinus velutinus var. Leprieurii (Mont.) Dennis e Lentinus nigro-osseus Pilát são relatados para o Estado do Rio de Janeiro


Obtenha o PDF deste artigo

 


Morfologia dos frutos e sementes dos gêneros da tribo Mimoseae (Leguminosae - Mimosoideae)
aplicada à sistemática


Marli Pires Morim de Lima

RESUMO

O presente trabalho consiste no estudo morfológico dos frutos, sementes e embriões de quinze gêneros da tribo Mimoseae Bronn (Leguminosae-Mimosoideae) ocorrentes no Brasil. Os taxons em relação a tais estruturas, são descirtos através de diagnoses e identificados por uma chave dicotômica. Os frutos são classificados em oito tipos considerando-se, principalmente, as formas deiscentes ou indeiscentes, a morfolgia de pericarpo e a presença ou não de replum. Em relação às sementes distinguem-se dois grupos: sementes aladas e não aladas. Quanto ao embrião destaca-se a plúmula que, quando diferenciadas em pinas, constitui um bom caráter taxonômico utilizado no reconhecimento de alguns gêneros.


Obtenha o PDF deste artigo

 


Paullinia carpopodea Camb. (Sapindaceae). Anatomia foliar.

C. L. de Almeida Ferraz
C. Gonçalves Costa

RESUMO

Neste trabalho os autores referem-se à heterofilia de Paullinia carpopodea Camb., e tecem considerações sobre as prováveis causas que a determinam. Mencionam a estrutura nodal trilacunar e as características da vascularização foliar, citando a ocorrência de floema interno nos feixes mais desenvolvidos do pecíolo e da nervura principal. Focalizam, também, os laticíferos ramificados, que se anastomasam segundo um padrão reticulado. Registram a presença de tricomas tectores e glandulares, do tipo maleiforme, nas duas epidermes e chamam a atenção para a ocorrência de estômatos anomocíticos na epiderme adaxial, sobre a nervura mediana e nas secundárias. Tecem considerações quanto aos tipos e distribuição dos estômatos na epiderme abaxial. Evidenciam domácias marsupiformes nas axilas da nervura principal, nas quais se alojam insetos da ordem Thysanoptera, pequenos ácaros não identificados e agrupamentos de ovos. Referem-se também à presença de estruturas com características de hidatódios-epitema, na região do mucron.


Obtenha o PDF deste artigo

 


Estrutura das madeiras brasileiras de dicotiledôneas (XXVII). Humiriaceae

Paulo Agostinho de Matos Araújo
Armando de Mattos Filho

RESUMO

Os autores descrevem a anatomia comparada de oito espécies de humiriáceas e resumem as suas propriedades gerais, aplicação e ocorrência no Brasil, objetivando a organização de chaves dicotômicas para a identificação e/ou determinação dos gêneros ou espécies indígenas, produtoras de madeiras ou outros produtos florestais.


Obtenha o PDF deste artigo